Dia de Portugal. Seguro defende "relação de equilíbrio" com aliados e "coragem" para escolhas difíceis

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Dia de Portugal. Seguro defende "relação de equilíbrio" com aliados e "coragem" para escolhas difíceis

É dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas e as cerimónias oficiais acontecem. este ano, nos Açores. O presidente da República está na ilha Terceira, onde presidiu as Cerimónias Militares e discursou pela primeira vez, em Angra do Heroísmo. São as primeiras comemorações do 10 de Junho do mandato presidencial de António José Seguro. Acompanhamos, aqui ao minuto, as celebrações.

Inês Moreira Santos - RTP /

José Sena Goulão - Lusa

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RTP /

Deputado do PSD pede a Seguro regresso do 10 de Junho ao distrito de Évora

O deputado do PSD eleito por Évora, Francisco Figueira, escreveu hoje ao Presidente da República a apelar para que este distrito volte a receber as comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
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Partidos salientam apelos de Seguro ao diálogo, à coesão e interesse nacional

PSD e PS salientam o apelo do presidente ao diálogo e ao compromisso com o interessa nacional. O Chega fala de um discurso realista e com recados ao Governo.<br />

Livre e PCP destacam a importância da coesão nacional e de uma voz própria e soberana no contexto internacional.
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Comemorações 10 de junho. Seguro defende "relação de equilíbrio" com aliados

O presidente da República defende a"cooperação com aliados", mas destaca que Portugal tem "liberdade de decisão e responsabilidade". No primeiro discurso das comemorações do 10 de junho, António José Seguro pediu "coragem" para "fazer escolhas difíceis, sem ceder ao populismo"

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Desfiles das forças de segurança

Depois dos discursos, as forças de segurança realizam um deslife militar.
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Presidente apela à confiança no país

Já no fim da intervenção, António José Seguro declarou que os portugueses são "herdeiros de uma memória longa, de conquistas e fracassos, de grandeza e fragilidades" e apelando à "esperança com a determinação de quem sabe que o futuro se pode moldar consoante as decisões, a coragem, a determinação".

"A esperança é uma das palavras do meio que combatem a polarização" e que "celebra um novo tempo que há-de vir". E reforçou que é necessário renovar a "confiança no país", bem como a "capacidade de criar, inovar e enfrentar o futuro com coragem".

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Seguro defende paz, direitos humanos e "relação de equilíbrio" com aliados

O Presidente da República defendeu a paz, os direitos humanos e a Carta das Nações Unidas e uma "relação de equilíbrio" com os aliados.

"Por todas estas razões, é um lugar que nos obriga a assumir especiais responsabilidades e deveres, no quadro da afirmação plena da nossa soberania, dos nossos interesses e do nosso futuro estratégico. Sempre no respeito mútuo do que está assumido, seja com um país, seja com a comunidade internacional e com a Carta das Nações Unidas. E na minha perspetiva, uma situação não está dissociada das outras", afirmou, na parte inicial do seu discurso.

"A garantia da segurança dos países europeus só é possível em articulação com os nossos aliados, numa relação de equilíbrio e reciprocidade, de respeito pela soberania dos Estados, assente em valores que, apesar da incerteza dos tempos, não mudam: a paz, a liberdade, os direitos humanos e o multilateralismo -- valores que norteiam a ação das nossas Forças Armadas em Portugal e destacadas em missão por todo o mundo", sustentou.
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Autonomias fortalecem Portugal e a Europa

Ainda a abordar a autonomia estratégica europeia, António José Seguro defendeu que a defesa da autonomia da Europa e a defesa transatlântica não são contraditórias.

Porque "autonomia não significa isolamento", mas sim "liberdade de decisão e responsabilidade". E é preciso ir "aperfeiçoando, actualizando, reforçando as relações bilaterais", embora com "equilíbrio" e "respeito".

Deixando um elogio às Forças Armadas, o chefe de Estado lembrou que se celebram este ano as autonomias regionais.

"Portugal é maior quando é plural. Unidade nacional não se faz pela uniformidade, faz-se pelo reconhecimento das diferenças", afirmou, considerando que isso dá mais preparação ao país para "enfrentar" adversidades externas.

A autonomia regional "fortaleceu Portugal", principalmente porque permitiu "políticas adaptadas a realidades locais". Apesar disso, Seguro deixou um "convite à lucidez", ao frisando que ainda existem "assimetrias" entre o continente e as regiões autónomas e um alto "custo da insularidade".
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António José Seguro discursa pela primeira vez no 10 de Junho

É o primeiro 10 de Junho da presidência de Seguro.

"Quando penso no mar, o mar regressa a certa forma que só teve em mim, que onde acaba o coração começa", começou o citar Vitorino Nemésio, poeta que nasceu na Ilha Terceira.

E continuou, lembrando que foi "diante do Atlântico que aprendemos a olhar mais longe, enquanto outros viam o fim da terra, os portugueses viram o início de um caminho". Visão que Seguro admite que "moldou a nossa alma coletiva".


"O mar ensinou-nos a partir, mas também a regressar. Ensinou-nos o valor da saudade - essa palavra tão nossa, que carrega distância e afeto ao mesmo tempo".

Falar de mar, sublinhou, "é falar da identidade portuguesa". Foi também por esse motivo que escolhe estar em Angra do Heroísmo, "no coração do Atlântico, para celebrar o Dia de Portugal".

"Os Açores assumem um lugar singular na nossa identidade, na nossa história, no nosso futuro", continuou, acrescentanto que os Açores nos situam "num ponto estratégico entre a Europa e o continente americano, entre o Atlântico norte e as grandes rotas marítimas e aéreas que estruturam a ordem global".

Por estas razões, o chefe de Estado frisou que "é um lugar que nos obriga a assumir especiais responsabilidades, no quadro da afirmação plena da nossa soberania, dos nossos interesses e do nosso futuro estratégico".

Além de considerar importante o respeito mútuo entre países e organizações, Seguro reafirmou ainda que "a autonomia estratégica europeia como prioridade não é contraditória com a defesa transatlântica - é o seu complemento natural".
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Monjardino deixa alertas: "Nação livre não deve ter medo"

Ainda falando no contexto internacional atual, o presidente das comemorações lembra os surfistas que tiveram "coragem, treino, preparação meticulosa, boa avaliação do risco" para surfar as ondas da Nazaré. E, fazendo um paralelismo, defendeu que, "nos próximos anos teremos de navegar ondas semelhantes", que "mudarão o mundo".

"Não é tempo de alimentar ilusões sobre as mudanças em curso e as suas consequências, de enterrar a cabeça na areia e negar os factos", afirma, argumentando que temos de "deixar para trás o canto de sonhos em que temos vivido", alertou o especialista.

Miguel Monjardino defende ainda que a informação foi sempre a vantagem das democracias, nomeadamente para "afastar fantasmas". Até 2030, advertiu ainda, vamos viver tempos de urgência, em que a "desordem e a insegurança" serão os "principais inimigos". Embora admita que temos "aliados", considera que "dependeremos primeiro de nós".

E acrescentou que é necessário estarmos "atentos a aliados e adversários", defende que uma "nação livre não deve ter medo". 

"Deve estar prevenida e preparada. Amanhã não é longe demais".
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Monjardino apela a mais recursos que garantam soberania nacional

Ainda no seu discurso, que abriu as cerimónias, Miguel Monjardino, especialista em geoestratégia, criticou o facto de Portugal ser "altamente centralizado em Lisboa" e que até ao 25 de Abril continuasse apenas a "olhar para o mar a partir da terra". O açoriano recordou, então, que foi a consagração das autonomias regionais na Constituição de 1976 que permitiu o oposto.

Nenhuma região "pode ficar esquecida", sublinhou, defendendo que se deve "olhar para a terra a partir do mar".

"Precisamos de pessoas e recursos para garantir a soberania nacional no território português, no Atlântico".

Considerando a localização e a situação geoestratégica dos Açores, Miguel Monjardino considerou que há uma "cortina de medo tem vindo a descer sobre Portugal”. O especialista admitiu que "chegou ao fim" o longo ciclo histórico iniciado no final da Segunda Guerra e que se prevê que “o futuro será muito diferente".

"O mundo multilateral" que foi benéfico para Portugal "está a ser substituído por um mundo muito mais hierárquico, fragmentado", que exige "três tipos de respostas".

A primeira diz respeito à capacidade daqueles que usem a "evocação do poder e força para defender interesses e privilégios”, com Monjardino a notar que os “menos fortes podem não ter muitas cartas, mas os mais fortes também não têm todas as cartas e às vezes esquecem-se disso".
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Açoriano Miguel Monjardino dá início às comemorações com intervenção inicial

Miguel Monjardino foi escolhido para preesidir a Comissão Organizadora das Comemorações. Especialista em Relações Internacionais e nascido nos Açores, deu início às celebrações.

“Há duas formas de contemplar a História do nosso país: olhar para o mar a partir da terra; olhar para a terra a partir do mar”, começou, fazendo referência ao poeta Luís Vaz de Camões.

“Celebramos hoje Luís Vaz de Camões, sobretudo por reconhecermos a grandeza, universalidade e modernidade da sua obra”.
Angra do Heroísmo tem sido ponto de convergência entre Portugal e o exterior, lembrou.

O presidente da comissão organizadora elogiou a Angra do Heroísmo por ser "inovadora", lembrando que foi criado aqui o primeiro hospital dos Açores e que foi "ponto de convergência entre continentes e culturas".

A cidade açoriana tem o maior património arqueológico subaquático, como recordou Miguel Monjardino.

"Um país que negligencia a preservação do seu património construirá sempre mal o seu futuro", advertiu.
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Presidente da República recebe honras militares

É o primeiro ato das cerimónias comemorativas do Dia de Portugal. António José Seguro recebe honras militares e tocado o hino nacional pela Banda das Forças Armadas.

A seguir, o presidente da República faz revista às forças em parada.
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Presidente da República já chegou à cerimónia

António José Seguro já chegou às cerimónias, que devem começar dentro de momentos, em Angra do Heroísmo.
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Presidente vai atribuir três condecorações nas comemorações na Madeira

Na quinta-feira, o presidente estará na ilha da Madeira e vai condecorar uma personalidade e duas entidades no âmbito das comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades, na sua primeira visita oficial.

Segundo a informação disponibilizada na página oficial da Presidência da República, o Chefe de Estado que tem chegada prevista à Madeira às 12h40, tendo como foco a celebração dos 40 anos da autonomia e da adesão de Portugal na União Europeia.

Uma das condecorações será atribuída a Eduardo Luis Mendes Rodrigues, o presidente da Associação Teatro Experimental do Funchal (ATEF), fundada em 1975.

Também serão agraciadas a Banda Municipal de Santana e o Centro da Mãe- Associação de Solidariedade Social que tem como missão "o apoio à família, a defesa da vida humana e a promoção da dignidade da mulher", fundada em 1999, que se dedica "ao apoio especializado a jovens grávidas, mães e respetivos filhos em situação de vulnerabilidade".

A cerimónia de imposição das insígnias está marcada para as 16h30 no Palácio de São Lourenço no Funchal.

C/Lusa
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Segurança reforçada na ilha Terceira pelas comemorações do 10 de Junho

A operação de segurança no âmbito das comemorações do Dia de Portugal na ilha Terceira conta com mais de uma centena de agentes e várias valências da polícia. A partir da esquadra da PSP de Angra do Heroísmo é possível aceder em tempo real às imagens de onze câmaras e de dois drones de vigilância.

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Cerimónias comemorativas

A cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal será no Cerrado do Bailão, em Angra do Heroísmo e deve começar pelas início às 10h15 locais (11h15 em Lisboa). 

Estão previstas honras militares e uma homenagem aos mortos em combate, antes das intervenções do presidente das comemorações, Miguel Monjardino, e do presidente da República, e depois um desfile militar. 

A seguir, o programa do chefe de Estado inclui um almoço com a população, no Porto Judeu, uma cerimónia de condecoração da Universidade dos Açores e o arriar da bandeira nacional, que encerra as comemorações do Dia de Portugal.


Espera-se a presença de, além das autoridades regionais, o anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e o ministro da Defesa Nacional e presidente do CDS-PP, Nuno Melo, que se deslocaram aos Açores para o 10 de Junho. 

Também vão estar hoje na cerimónia militar do Dia de Portugal o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco. Da lista de entidades presentes constam ainda, entre outros, o ministro da Presidência, o secretário-geral do PS, os líderes parlamentares do PSD, Chega, PS, CDS-PP e Livre, a porta-voz do PAN, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e os chefes dos três ramos militares, os presidentes do Tribunal Constitucional e do Supremo Tribunal Administrativo e o procurador-geral da República. 

No fim de semana, antes das comemorações em território nacional, o Presidente da República celebrou o Dia de Portugal no estrangeiro, junto de emigrantes portugueses e lusodescendentes no Luxemburgo, onde esteve acompanhado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, no domingo.


C/Lusa
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RTP /

Cerimónias do Dia de Portugal iniciam-se na Ilha Terceira

O presidente da República dá hoje início às comemorações oficiais do Dia de Portugal nos Açores.

A chegada do chefe de Estado à ilha Terceira está prevista para as 11 da manhã, hora local.

A cerimónia do hastear da bandeira, que marca o início das comemorações, está agendada para as três da tarde, quatro em Portugal continental.

O presidente da República já assinalou o Dia de Portugal no junto de emigrantes portugueses e lusodescendentes, no Luxemburgo.
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RTP /

"É o momento de celebrarmos Portugal". Presidente nos Açores pelas comemorações do 10 de Junho

António José Seguro considera ser um privilégio estar nos Açores a celebrar o Dia de Portugal. Sem comentar a polémica da base das Lajes, o presidente sublinhou a importância de manter as relações com os Estados Unidos e da tarefa de afirmar a soberania de Portugal todos os dias.

José Sena Goulão - Lusa

António José Seguro admitiu ser "um privilégio e uma honra pisar, como presidente da República, pela primeira vez, as terras açorianas".

Para o chefe de Estado, que está na Ilha Terceira para as comemorações do 10 de Junho, é também "um privilégio" poder "celebrar o Dia de Portugal no meio do Atlântico", em particular no ano em que os Açores e a Madeira celebram as "autonomias regionais, que são importantes para o desenvolvimento destas regiões, para o desenvolvimento equilibrado do nosso país e para garantir a coesão nacional".


A unidade nacional e a união dos portugueses é uma das principais preocupações do presidente e é das razões pelas quais António José Seguro escolheu celebrar o Dia de Portugal na Ilha Terceira, nos Açores.

"O presidente da República todos os dias afirma a soberania de Portugal, em qualquer canto do nosso país"
, respondeu Seguro, quando questionado se a presença do chefe de Estado no arquipélago é uma forma de afirmar a soberania, considerando o contexto internacional e a utilização da base das Lajes.

"Afirmar a nossa soberania, a defesa da nossa independência nacional, é uma das tarefas mais nobres e mais exigentes de um presidente da República".


Quanto às relações com os Estados Unidos, o chefe de Estado recordou ser "um defensor da NATO" e a favor de ter "boas relações" com Washington.

"Devemos aprofundar essas relações a todos os níveis", sublinhou. "Devemos ter uma visão mais alargada também em relação ao Atlântico; não olhar apenas para os Estados Unidos da América; olhar também para o Canadá; olhar também para o Mercosul".

Além disso, António José Seguro assume-se como um "defensor de autonomia estratégica da Europa, designadamente também em matéria de Segurança e Defesa".

O presidente da República recusou-se, contudo, a comentar a posição do Governo português perante a Administração norte-americana sobre a utilização da Lajes.

“Este é um momento para celebrarmos Portugal”.

António José Seguro indicou ainda que tem "havido uma boa articulação" e tem tido "boas reuniões de trabalho" com o primeiro-ministro Luís Montenegro, reafirmando que quer ser "um Presidente de equilíbrio".

"Tem havido uma boa articulação [com o primeiro-ministro], boas reuniões de trabalho que temos tido semanalmente e, naturalmente, isso corresponde àquilo que eu também assumi como compromisso com os portugueses",
afirmou.

Seguro lembrou ter assumido perante os portugueses "ser um Presidente acima de todos os partidos, um Presidente de equilíbrio".

"Vim [para o cargo] para equilibrar o sistema político e sinto-me feliz porque, nestes três meses - faz hoje precisamente três meses que tomei posse como Presidente da República -, tenho conseguido. É a avaliação que eu faço",
concluiu.

O presidente da República foi recebido pela representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Susana Goulart Costa, numa cerimónia de cumprimentos no âmbito das Comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, no Solar Madre Deus, em Angra do Heroísmo.
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Primeiro Dia de Portugal da Presidência de Seguro

António José Seguro discursa hoje pela primeira vez, enquanto presidente da República, numa cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.

O chefe de Estado escolheu o professor universitário açoriano Miguel Monjardino, especialista em relações internacionais e nascido em Angra do Heroísmo, para presidir às comemorações do 10 de Junho deste ano, as primeiras do seu mandato presidencial.
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